Análise segmentada por faixa etária e renda, com tracking de avaliação em cada macro-região. Selecione uma região para ver a composição demográfica e os resultados de cada cluster.
Visão Geral
Conjuntura e Avaliação do Governo Federal — Onda 06, Fevereiro 2026
O entusiasmo esfriou. E agora, o que o governo mostra de efetivo?
A aprovação do governo cresce, mas o eleitorado demanda entregas concretas. O clima é de expectativa — não de celebração. Um panorama dos sinais que definem o momento político.
"O que vem agora? O que o governo mostrará de efetivo?"
— Pergunta recorrente nos grupos focais da Onda 06Fim da Escala 6x1
Corrupção
Segurança Pública
A estratégia de mídia digital concentra esforços em três clusters com perfil demográfico, plataformas e pautas definidos.
Ela que Faz
Mulheres 25-44, 2-5SM. Conteúdo feito por mulheres, tom racional e aspiracional. YouTube e Instagram. 40% do budget.
Geração Virada
Jovens 18-29, 2-5SM. ID Jovem, 6x1, CNH, ECA Digital, dicas de CadÚnico. TikTok e Instagram. 30% do budget.
Mulher CadÚnico
Mulheres de baixa renda. ECA Digital via influenciadoras, 6x1, dicas de CadÚnico. Kwai e YouTube. 30% do budget.
Ponderação sinaliza virada. A NEXUS, ainda não.
Na série NEXUS, a aprovação subiu para 43% em janeiro de 2026, mas a desaprovação segue acima (47%). Já a ponderação entre 7 institutos mostra uma possível virada: aprovação em 50% contra 46% de desaprovação. As duas leituras convergem na tendência de melhora, mas divergem sobre se o governo já cruzou a linha.
Recuperação na pesquisa própria
Aprovação volátil
A média ponderada da FPA, que combina dados de Atlas, IPEC, MDA, Quaest, Datafolha, IPESPE e Nexus, mostra que a reprovação ultrapassou a aprovação em meados de 2023 e permaneceu acima até o final de 2025. No entanto, o dado mais recente (Jan/26) indica uma possível inversão: aprovação em ~50% contra ~46% de desaprovação. A tendência de melhora precisa ser confirmada nas próximas ondas.
"As duas séries convergem na tendência de melhora. A ponderação já aponta virada; a NEXUS ainda não. A realidade está entre as duas leituras — e o governo precisa de resultados concretas para consolidar qualquer avanço."
— Síntese da equipe de análiseOs dados da SECOM mostram R$ 550 milhões em mídia veiculada entre fevereiro/2025 e janeiro/2026. Os quatro meses de maior investimento foram dezembro (R$ 110M), setembro (R$ 91M), abril (R$ 80M) e julho (R$ 55M). Abaixo, o contexto político de cada mês — para avaliar se há correlação entre gasto, agenda e variação na aprovação.
Investimento SECOM: R$ 90,7M · Aprovação NEXUS: 39% (+3pp vs Jul/25)
Investimento SECOM: R$ 18,8M · Aprovação NEXUS: sem medição (mês intermediário)
Investimento SECOM: R$ 28,5M · Aprovação NEXUS: 41% (+2pp vs Set/25)
Investimento SECOM: R$ 110,1M · Aprovação NEXUS: sem medição (mês intermediário)
"Os dados sugerem que o investimento massivo em mídia coincidiu com um período de entregas concretas (IR, COP30, diplomacia com EUA) e eventos externos favoráveis (condenação de Bolsonaro). A hipótese é que o gasto potencializou narrativas que já tinham substância — não que criou aprovação do nada. Os meses de maior gasto (Set e Dez) coincidem com os maiores movimentos na aprovação."
— Análise de correlação · SECOM × AprovaçãoO governo conquistou identidade. Agora precisa de materialidade.
Da onda anterior para cá, o entusiasmo esfriou. Os três pilares de posicionamento continuam valorizados, mas a população quer ver resultados concretos — não apenas discurso.
Onda 05 — Out/2025
Melhora significativa no clima geral. Governo visto como "em movimento", com coesão, firmeza e inimigos claros.
Onda 06 — Fev/2026
Esfriamento do entusiasmo. Pilares valorizados, mas população demanda entregas concretas que materializem o discurso.
Esses pilares foram fundamentais para criar identidade e diferenciação. Mas precisam ser constantemente ativados: novas frentes de debate, entregas articuladas e materialidade.
Defesa da Soberania Nacional
Firmeza diante do Tarifaço dos EUA. Articulação internacional. Resgate do orgulho nacional.
Luta Contra Privilégios dos Super Ricos
Isenção do IR até 5 mil. Taxação dos super ricos. Pauta de justiça tributária.
Cuidado com as Pessoas
Bolsa Família, CNH Social, Minha Casa Minha Vida, saúde e educação.
Apesar da alta aprovação da medida, a capacidade de mobilização eleitoral mostra-se limitada. Uma parcela significativa já tinha isenção — para esses, nada mudou. A entrega é recente e paulatina, e os efeitos concretos ainda levarão tempo para serem sentidos. Persistem dúvidas sobre a declaração anual obrigatória e quem, ao final, arcará com os custos.
"Os pilares funcionam. Mas sem ativação constante, viram memória — não voto."
— Síntese dos achados qualitativos, Onda 06O terreno é fértil, mas minado. Cada pauta exige calibração.
A pesquisa revelou três oportunidades com potencial mobilizador e dois riscos com capacidade de corrosão. O governo precisa agir — com precisão cirúrgica.
Fim da Escala 6x1
Pauta do momento. Mencionada espontaneamente em todos os grupos focais. A escala é descrita como "desumana", "ultrapassada" e até "escravidão moderna". Associada à esquerda, ao movimento VAT e à deputada Érika Hilton. Tem capacidade real de se tornar a "marca do governo".
Potenciais
- Alta circulação no debate público
- Associada à esquerda e ao Governo Federal
- Percebida como altamente relevante
- Aglutina defensores e críticos do governo
- Capacidade de ser "marca do governo"
Riscos da pauta
- Receio de redução salarial
- Medo de aumento de horas diárias no 5x2
- Percepção de prejuízo para empregadores
- Temor de fechamento de lojas nos fins de semana
- Necessidade de compatibilizar com pequenos negócios
Avanços na Economia
Argumentos consistentes entre apoiadores relativizam a narrativa catastrófica da oposição. Há percepção concreta de queda de preços (carne, ovos, arroz, feijão, óleo, combustíveis), relatos de novas conquistas (casa própria, carro, estudos) e mais oportunidades de emprego.
"Mais do que ressaltar indicadores, é preciso comunicar no concreto, em como os avanços se traduzem em ganhos do dia a dia."
Políticas Pró-Povo
Alta aceitação popular, mas visibilidade pulverizada. As políticas existem e são bem avaliadas — mas o público não consegue nomeá-las. Necessário "embalar" em narrativa coesa.
Corrupção
A oposição domina a pauta. A compreensão é superficial, baseada em memes e recortes de redes sociais. A narrativa da oposição tende a prevalecer justamente pela simplicidade — enquanto o governo não responde com clareza equivalente.
INSS
Banco Master
"Posicionamento mais enfático e didático. Foco: autonomia da PF, reparação das vítimas, punição dos responsáveis."
Segurança Pública
Vetor crítico de avaliação negativa, inclusive entre apoiadores. Percepção generalizada de piora, falta de ação e sensação de abandono. A questão transcende espectro ideológico.
- Aumento do feminicídio em número e crueldade
- Avanço do crime organizado — forte no Norte e Nordeste
- Assaltos e roubos no cotidiano
- Falta de proteção digital a crianças e adolescentes
Mesmo entre simpáticos à esquerda
"Posicionamento mais firme do PR. Demonstração pública de preocupação, empatia com vítimas, coordenação com governadores."
Lula, o estadista: respeitado lá fora, questionado aqui dentro.
A imagem internacional é um ativo. Mas o distanciamento percebido do cotidiano nacional e falas consideradas inadequadas corroem a conexão com a base. O desafio: rejuvenescer sem perder autenticidade.
Forças
- Presidente ativo e articulado — capacidade de comunicação direta
- Reconhecido como Estadista no cenário internacional
- Credibilidade em fóruns internacionais e relações bilaterais
- Busca governar em favor dos mais pobres
- Adepto do diálogo e articulação política
- Políticas sociais consolidadas nos mandatos anteriores
Fraquezas
- Falas percebidas como inadequadas ou "descabidas"
- Provocações a chefes de Estado (EUA, Israel)
- Preconceitos relacionados à idade
- Distanciamento percebido do povo
- Menos direto no diálogo com os mais pobres
- Apoiadores têm dificuldade em rebater críticas
Atualizar e rejuvenescer
Brasil do Futuro
"Reforçar fala voltada à população. Destacar conquistas recentes. Maior atenção a temas sensíveis internos — especialmente segurança. Equilibrar atuação internacional com cotidiano nacional."
— Recomendação estratégica, Onda 06O que falar, para quem, e com que urgência.
A pesquisa desenha um mapa claro de prioridades para conteúdo e mídia online. O governo tem pautas fortes, mas a comunicação precisa ser cirúrgica: traduzir conquistas em linguagem de rua, antecipar crises e falar diretamente com quem ainda pode ser convencido.
Esses pilares continuam valorizados, mas precisam ser constantemente ativados com novos fatos, novas entregas e nova materialidade. Sem ativação, viram memória — não voto.
Soberania Nacional
Tarifaço dos EUA, articulação no G20, orgulho nacional. Gancho digital: "Enquanto eles nos ameaçam, Lula negocia de igual pra igual."
Contra Privilégios
Isenção do IR, taxação dos super ricos. Gancho digital: "16 milhões livres do IR. Quem paga a conta? Os 141 mil que ganham mais de R$ 50 mil/mês."
Cuidado com as Pessoas
Bolsa Família, CNH Social, MCMV, saúde e educação. Gancho digital: selo "Brasil que Cuida" unificando todos os programas.
"Os pilares funcionam. As pautas existem. Os votos estão lá. O que falta é a ponte: conteúdo que traduz conquista em linguagem de rua, com a velocidade que as redes exigem."
— Síntese estratégica de comunicação, Onda 06O conteúdo do governo sofre de um problema crônico: fala sobre o povo, mas raramente fala com o povo. Depoimentos reais, entrevistas de rua e falas espontâneas criam identificação imediata. O povo precisa se ver no conteúdo — em toda a sua diversidade.
Regra de ouro: se o povo não aparece, o conteúdo não funciona
Cada peça de comunicação deve passar por um teste simples: "Tem gente real aqui?" Se a resposta for não — se for só gráfico, só arte, só texto institucional — o conteúdo não vai engajar. O eleitor só compartilha o que ele reconhece como verdadeiro. A verdade está na rua, não no PowerPoint.
A pesquisa identificou três oportunidades com poder mobilizador real. A ordem importa: o 6x1 é urgente e com potencial de virar a marca do governo; a economia precisa sair do abstrato; as políticas sociais precisam de identidade visual coesa.
#1 Fim da Escala 6x1
Mencionada espontaneamente em todos os 16 grupos focais. É a pauta com maior potencial de se tornar a "marca do governo" — mobiliza defensores E críticos. A escala é descrita como "desumana" e "escravidão moderna".
O que publicar
- Depoimentos reais de trabalhadores sobre a rotina 6x1
- Comparativo internacional (países que já adotam 5x2 ou 4x3)
- Linha do tempo legislativa — o papel do governo na aprovação
- Respostas aos medos: salário mantido, horas redistribuídas
Cuidados na comunicação
- Não ignorar o receio dos pequenos empresários — acolher a dúvida
- Evitar tom triunfalista antes da aprovação final
- Preparar respostas para "e o salário, vai diminuir?"
- Não deixar Érika Hilton/VAT "roubarem" a pauta do Executivo
#2 Economia no Concreto
A população percebe avanços — queda de preços, emprego, novas conquistas. Mas a comunicação oficial insiste em indicadores macroeconômicos que não conectam. O conteúdo precisa traduzir PIB e taxa de desemprego em carne mais barata, gasolina mais acessível, mais vagas de emprego.
"Mais do que ressaltar indicadores, é preciso comunicar no concreto, em como os avanços se traduzem em ganhos do dia a dia."
— Recomendação dos achados qualitativos#3 Pacote Pró-Povo: empacotar para aparecer
As políticas existem e são bem avaliadas, mas a visibilidade é pulverizada. O eleitor não consegue nomear os programas — sabe que existe CNH Social, mas desconhece MCMV Classe Média, Luz para Todos e Reforma Brasil. A comunicação precisa "embalar" tudo em uma narrativa coesa.
- Bolsa Família
- Gás do Povo
- CNH Social
- Farmácia Popular
- SUS Emergencial
- Pé-de-Meia
- MCMV Classe Média
- Luz para Todos
- Reforma Brasil
A oposição domina a narrativa nesses dois temas. O silêncio ou a resposta tardia do governo amplificam o dano. O conteúdo digital precisa antecipar ataques e oferecer respostas prontas, claras e compartilháveis.
Corrupção
A compreensão é superficial e baseada em memes. Ninguém acompanha a CPMI do INSS. A oposição vence pela simplicidade da narrativa — o governo precisa responder na mesma moeda.
- → Autonomia da PF: "Quem investiga é a Polícia Federal, sem interferência"
- → Reparação: foco nas vítimas do INSS, não nos acusados
- → Punição: "Familiar não é escudo — é igual a qualquer cidadão"
- → Banco Master: esclarecer que maioria dos comprometidos é da direita
Segurança Pública
Vetor de avaliação negativa que transcende ideologia. Mesmo simpáticos à esquerda defendem posições duras. A sensação de abandono é generalizada. O PR precisa demonstrar empatia e firmeza.
- → Pronunciamento presidencial: preocupação pública com feminicídio
- → Coordenação com governadores: ações conjuntas visíveis
- → Proteção digital: posicionamento sobre crianças e redes sociais
- → Dados reais: investimento federal em segurança vs. gestão anterior
A segmentação eleitoral define três públicos prioritários para comunicação digital. Não adianta pregar para convertidos (Satisfeitos, 34%) nem investir nos Improváveis (38%). O foco é o meio: 28% do eleitorado está em disputa.
Potenciais 13%
Podem ser convencidos com entregas concretas. Sensíveis a economia e políticas sociais. Conteúdo ideal: testemunhais, antes/depois, dados tangíveis.
Ocultos 8%
Tendiam a votar Lula, mas propensos à abstenção. O risco é perder voto por descrença. Conteúdo ideal: mobilização emocional, "seu voto importa", logística de votação.
Insatisfeitos 7%
Antes eram apoiadores, hoje decepcionados. A decepção é com a falta de entregas, não com os valores. Conteúdo ideal: reconhecimento de falhas + demonstração de ação concreta.
Dois públicos transversais prioritários
Jovens (18–34 anos): 29% são eleitores em potencial. Geração que consome Reels, TikTok e YouTube Shorts. Sensíveis a narrativas de futuro, emprego e educação. O 6x1 e o Pé-de-Meia são ganchos naturais.
Renda Média (2–5 SM): Autônomos e empreendedores — 30 milhões de pessoas. Oscilam entre apoio e frustração. Querem ver resultado na mesa, não no gráfico do IBGE.
A dificuldade de transporte atinge estados de todo o espectro — tanto onde o PR tem saldo negativo (MS, SC, GO) quanto na base eleitoral (PI, PA, MA). Os estados com maior apatia são aliados. A comunicação digital precisa resolver dois problemas simultâneos: logística e crença.
Transporte — 33,7% entre indecisos
O maior obstáculo para votar. Presente em todo o país, mas crítico no Nordeste e Norte — onde o impacto eleitoral é direto, pois cada abstenção na base é um voto perdido para a esquerda.
Ação digital: Campanha "Seu voto vai chegar" com informações de caravanas, transporte gratuito e pontos de embarque. Parceria com influenciadores regionais para viralizar.
Apatia — "Não acredita que faça diferença"
27,8% dos indecisos. Presente inclusive em redutos aliados — SE (57%), PB (43%), CE (40%) — e também no colégio opositor de SP (52%). Mais difícil de reverter que logística.
Ação digital: Conteúdo "O que seu voto trouxe" — antes/depois concreto. Depoimentos de quem conquistou casa, emprego ou acesso a programa por causa do voto. Contagem regressiva com entregas.
Três clusters prioritários de mídia para 2026.
A partir dos dados do hub estratégico e das definições da diretoria, organizamos três segmentos prioritários de mídia digital com direcionamentos de conteúdo, plataformas e distribuição geográfica.
Este documento foi construído a partir da análise cruzada dos dados do hub estratégico da pesquisa Onda 06 (Fev/2026) e das definições da diretoria. Foram cruzados dados quantitativos (tracking de aprovação com base de 4.549 entrevistas, 27 estados), qualitativos (16 grupos focais em 4 regiões), demográficos (9 clusters etário-renda com séries de 7 ondas) e territoriais (aprovação presidencial × governadores × resultado 2022). A síntese resultou em 3 clusters prioritários de mídia digital com direcionamentos de conteúdo, plataformas e distribuição geográfica.
Cenário Eleitoral
Série histórica NEXUS (18 ondas), segmentação em 5 perfis eleitorais, multi-institutos ponderado FPA
Territorial
Aprovação em 27 UFs, alinhamento de governadores, resultado eleitoral 2022, impacto senatorial
Qualitativo
16 grupos focais (12 online + 4 presenciais SP), perfil 25-45 anos, 2-5SM, mix avaliação
Demográfico
9 clusters (3 idades × 3 rendas), tracking 7 ondas, composição regional, 163M de eleitores
Comunicação
Análise de tom, narrativas dominantes, vulnerabilidades, oportunidades de pauta e plataformas
Síntese Estratégica
Cruzamento dos eixos de análise para definir 3 clusters prioritários de mídia digital
43% aprova × 47% desaprova
Segmentação eleitoral
Adultos 2-5SM, 29% aprova
Estável nas 2 últimas ondas
Os dados apontam dois segmentos-chave: os Potenciais (13%) — que podem ser convencidos com entregas concretas — e os Ocultos (8%), propensos à abstenção. A estratégia a seguir organiza três clusters prioritários de mídia, cada um com perfil demográfico, plataformas, pautas e distribuição geográfica definidos.
| Cluster | Urgência | Temas prioritários | Regiões foco | Budget |
|---|---|---|---|---|
| 1 — Ela que Faz Mulheres 25-44 · 2-5SM |
MÁXIMA | 6x1 · Avanços da Economia · Empreendedoras Populares (PAT, Acredita, CNH) · Dicas do Governo · ECA Digital | 50% SP capital/RM + MG · 50% Brasil | 40% |
| 2 — Geração Virada Jovens 18-29 · 2-5SM |
ALTA | ID Jovem · 6x1 · CNH · ECA Digital · Dicas CadÚnico (SISU/PROUNI/FIES, Pé-de-Meia) | 50% SP capital/RM + BH · 50% Brasil | 30% |
| 3 — Mulher CadÚnico Mulheres · Baixa renda |
ALTA | ECA Digital · 6x1 · Pacto contra Feminicídio · Dicas CadÚnico (SISU/PROUNI/FIES, Pé-de-Meia) | Nacional | 30% |
Nota: percentuais de budget sugeridos para teste inicial — ajustar conforme resultados e definições da diretoria.
Ela que Faz
Mulheres 25-44 anos · 2-5SM · Foco 100% feminino
Direcionamento estratégico
Conteúdo feito por mulheres, para mulheres — com tom aspiracional e de identificação. A comunicação deve ser racional e pé no chão, sem polarização: fatos concretos acompanhados de depoimentos reais. A ideia central é mostrar que a vida está melhorando de verdade — no supermercado, no salão, na viagem de férias, no emprego. Testar formatos mais produzidos (depoimentos editados, séries "Fala Povo") e formatos menos produzidos (espontâneos, bastidores).
💬 Pautas prioritárias
- 6x1 — pauta transversal, forte entre mulheres trabalhadoras
- Avanços da economia — abordagem factual: poder de compra real (comida, roupa, maquiagem, salão de beleza, lazer), dólar em queda, preço do supermercado, emprego, viagem nas férias e no carnaval. Formato: fatos + depoimentos
- Empreendedoras populares — PAT, Acredita, CNH do Brasil
- Dicas do Governo — pequenos combates aos privilégios no dia a dia
- ECA Digital — proteção de crianças e adolescentes online
🎨 Como falar
Tom racional e pé no chão, sem polarização. Fatos + depoimentos reais. Conteúdo produzido por mulheres — aspiracional e de identificação. Testar formatos mais produzidos (depoimentos editados, "Fala Povo") versus menos produzidos (espontâneos, celular).
📱 Plataformas
YouTube e Instagram
📍 Distribuição geográfica
50% SP capital/RM e MG · 50% Brasil
Geração Virada
Jovens 18-29 anos · 2-5SM
Direcionamento estratégico
Público jovem, conectado e com alta volatilidade nas pesquisas. A comunicação deve ocupar os espaços nativos dessa geração com linguagem que faça sentido para eles. Foco em programas que impactam diretamente a vida do jovem — do primeiro emprego à primeira CNH, do Pé-de-Meia à entrada na universidade. Importante traduzir programas complexos em linguagem acessível e direta.
💬 Pautas prioritárias
- ID Jovem — acesso a cultura, esporte, transporte interestadual
- 6x1 — pauta com alta circulação entre jovens
- CNH do Brasil — mobilidade e independência
- ECA Digital — proteção online, tema que afeta diretamente a geração
📚 Dicas de CadÚnico
- Diferença entre SISU, PROUNI e FIES — como funciona cada um, quem tem direito
- Dúvidas do Pé-de-Meia — como acessar, valores, regras
📱 Plataformas
TikTok e Instagram
📍 Distribuição geográfica
50% SP capital/RM e BH · 50% Brasil
Mulher CadÚnico
Mulheres · Baixa renda · Inscritas no CadÚnico · Foco 100% feminino
Direcionamento estratégico
Público feminino de baixa renda, presente nas plataformas populares. A comunicação deve usar influenciadoras digitais como ponte — especialmente para o ECA Digital, que precisa de tradução para linguagem acessível. Pautas de proteção (feminicídio, segurança digital dos filhos) ressoam fortemente neste público. O conteúdo deve informar sobre direitos e programas disponíveis no CadÚnico de forma prática e direta.
💬 Pautas prioritárias
- ECA Digital — proteção de crianças e adolescentes online (explorar uso de influenciadoras)
- 6x1 — impacto na rotina de trabalho das mulheres
- Pacto contra Feminicídio — possível, avaliar momento e abordagem
📚 Dicas de CadÚnico
- Diferença entre SISU, PROUNI e FIES — orientação para mães com filhos em idade escolar
- Dúvidas do Pé-de-Meia — como acessar, valores, regras para os filhos
📱 Plataformas
Kwai e YouTube
📍 Distribuição geográfica
Nacional
Dois dos três clusters são 100% mulheres
Pauta transversal presente nos 3 clusters
SP capital/RM recebe 50% de dois clusters
Pacto contra Feminicídio: avaliar momento
"Três públicos, quatro plataformas, três estratégias. O conteúdo precisa falar a língua de cada cluster — e o povo precisa se ver nele."
— Direcionamento estratégico de mídia · Revisão mensal · Próxima: 29/03/2026| UF | Região | Alinhamento | Aprova PR | Desaprova PR | Saldo PR | Aprova Gov | Saldo Gov | Diferença |
|---|
Defender Lula/PT aumenta o voto em 36% dos eleitores mas diminui em 35,7%. Defender Bolsonaro aumenta em 14,7% e diminui em 33,7% — custo eleitoral maior.
Conclusão: A esquerda tem a aprovação, mas pode perder a eleição por abstenção. Os votos existem — o desafio é fazê-los chegar à urna.
Em ambos os grupos, o transporte é o principal obstáculo. Porém, em colégios-chave da direita como PR (71%) e SP (52%), a apatia supera o transporte como barreira — e é mais difícil de reverter.
| UF | Alinhamento | Sim, certeza | Incerto | Não | Transporte | Título fora | Não acredita |
|---|
Plano de Ação — Mobilização da Esquerda
A dificuldade de transporte é transversal — atinge tanto estados onde o PR tem saldo negativo (MS, SC, GO, MT) quanto a base eleitoral com saldo positivo (PI, PA, RN, MA). O risco para a esquerda: nos estados da base, cada eleitor que não chega à urna é um voto perdido.
"Não acredito que faça diferença" — é o obstáculo mais difícil de reverter. Demanda comunicação concreta: mostrar o que o voto trouxe de real.
Mutirões de transferência de título nas regiões com maior percentual de "título fora do local".
Estados com alta certeza de voto E saldo positivo para o PR precisam de operação "último quilômetro" — garantir que a intenção se converta em comparecimento real.
- PE (86%) — maior certeza entre aliados, saldo +11
- AP (85%) — alta certeza, saldo -2 (disputável)
- PA (83%) — certeza alta, saldo +9
- MA (82%) — certeza alta, saldo +10
- PB / CE / SE (80%) — saldo positivo, manter mobilização
Clique em um estado para ver detalhes
Estados onde o presidente venceu ou quase empatou em 2022, mas hoje apresenta saldo negativo de aprovação. Ordenados pelo grau de deterioração (diferença entre margem eleitoral de 2022 e saldo atual).
Apoiar o Governo Federal na construção de ações e implementação de políticas públicas, assim como em sua comunicação, a partir do exploratório de avaliação do governo, entendendo pontos fortes e fraquezas da gestão.
Moradores de capitais e regiões metropolitanas, mix de praças entre cada região.
| Avaliação | Sul | Sudeste | Norte | Nordeste |
|---|---|---|---|---|
| Ótimo + Bom | Mulheres 2-5 SM | Mulheres 2-5 SM | Homens até 2 SM | Homens 2-5 SM |
| Regular | Mulheres 2-5 SM | Homens 2-5 SM | Homens 2-5 SM | Mulheres até 2 SM |
| Ruim + Péssimo | Homens 2-5 SM | Mulheres 2-5 SM | Mulheres até 2 SM | Homens 2-5 SM |
Moradores das periferias de São Paulo Capital, de 2 a 5 SM, 25 a 45 anos. Mix de avaliação positiva e negativa.
| Faixa etária | Homens | Mulheres |
|---|---|---|
| 20 a 34 anos | GF 01 | GF 02 |
| 35 a 55 anos | GF 03 | GF 04 |
- Gênero: Homens e mulheres
- Praça: Capitais e RMs do NE, N, SE e S
- Renda: 2 a 5 salários-mínimos
- Idade: 25 a 45 anos
- Religião: Mix (mín. 3 católicos e 3 evangélicos)
- Ocupação: CLT, autônomos, plataformizados, desempregados
- Não filiados a partidos ou movimentos sociais
- Sem vínculo com mandatos parlamentares
- Não trabalham em órgãos públicos
- Votaram em 2022 (presidencial) e 2024 (municipal)
- Mix de avaliação: ótimo a péssimo
| Nome | Rede | Seguidores | Status | Região | Observações |
|---|